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Arrematar em leilão pode ser o melhor negócio — ou o pior.

A diferença está no que você descobre antes de dar o lance. Analisamos o edital, a matrícula e os riscos do imóvel para que a sua decisão seja tomada com todos os números na mesa.

Por que assessoria

O lance é só uma parte do custo


Um imóvel arrematado por metade do valor de mercado pode sair mais caro que um imóvel comprado normalmente — e isso costuma aparecer só depois da arrematação.

  • Débitos de IPTU e condomínio que, conforme o edital, passam para o arrematante
  • Ocupação do imóvel e o tempo até a desocupação efetiva
  • Penhoras, usufrutos e outros gravames registrados na matrícula
  • Ações que podem anular a arrematação depois de concluída
  • Comissão do leiloeiro, ITBI, custas e registro somados ao lance

Como funciona

Do edital à chave na mão

Etapa 01

Análise do edital

Lemos o edital inteiro e apontamos as regras que definem o risco do lance: forma de pagamento, comissão do leiloeiro, débitos que ficam com o arrematante.

Etapa 02

Diligência do imóvel

Matrícula, processo de origem, penhoras, IPTU e condomínio em aberto, situação de ocupação. É aqui que aparecem os problemas que ninguém vê no anúncio.

Etapa 03

Parecer antes do lance

Você recebe um parecer objetivo: pode arrematar, pode com ressalvas, ou não vale o risco. Com o custo total estimado, não só o valor do lance.

Etapa 04

Arrematação e registro

Acompanhamento do auto de arrematação, carta de arrematação e registro na matrícula até o imóvel estar no seu nome.

Etapa 05

Imissão na posse

Se o imóvel estiver ocupado, conduzimos o pedido de imissão na posse e as medidas necessárias para a desocupação.

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